07.22.08

Meme - que carta de tarot é você?

Postado em Generalidades as 13:18 por Rocha

Já que todo mundo faz, e estou no horário de almoço. O único momento de liberdade na vida escravocrata/proletariada.

Além dos 15min de direito a sol, sem poder ficar parado ou em grupos maiores que duas pessoas, para não criar motim. Como num presidio.

Mas, voltando ao que não interessa.

You are The Chariot
Triumph, Victory, Overcoming Obstacles.

The chariot is one of the most complex cards to define. On its most basic level, it implies war, a struggle, and an eventual, hard-won victory. Either over enemies, obstacles, nature, the beasts inside you, or to just get what you want. But there is a great deal more to it. The charioteer wears emblems of the sun, yet the sign behind this card is the moon. The chariot is all about motion, and yet it is often shown as stationary. It is a union of opposites, like the black and white steeds. They pull in different directions, but must be (and can be!) made to go together in one direction. Control is required over opposing emotions, wants, needs, people, circumstances; bring them together and give them a single direction, your direction. Confidence is also needed and, most especially, motivation. The card can, in fact, indicate new motivation or inspiration, which gets a stagnant situation moving again.

 

 

é isso.

<editado> Aproveitar e fazer propagando do blog de armas de fogo hospedado dentro do dominio da Matilha http://armasdefogo.amatilha.com.br/ </editado>

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Meme - Quem é esse Poké…. digo, qual carta de tarot você é?

Postado em Generalidades as 9:31 por Salsa

Eu posso não dar muita bola pro blog, mas, estando de férias sem muita coisa pra fazer até a noite chegar, não posso negar um teste. Nem um Meme. Muito menos os dois.

You are The Hierophant

Divine Wisdom. Manifestation. Explanation. Teaching.

All things relating to education, patience, help from superiors.The Hierophant is often considered to be a Guardian Angel.

The Hierophant’s purpose is to bring the spiritual down to Earth. Where the High Priestess between her two pillars deals with realms beyond this Earth, the Hierophant (or High Priest) deals with worldly problems. He is well suited to do this because he strives to create harmony and peace in the midst of a crisis. The Hierophant’s only problem is that he can be stubborn and hidebound. At his best, he is wise and soothing, at his worst, he is an unbending traditionalist.

What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

Acho que deu bem certo comigo isso. Apesar de eu ter deixado de ser tão “hierofântico” nos últimos tempos.
Só acho que a ilustração poderia ser um pouco mais legal. Tipo a capa do primeiro álbum do Vision Divine, savvy?

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07.21.08

Meme - que carta de tarot é você?

Postado em Generalidades as 15:40 por Ana

Faz duas semanas que a maior parte do meu tempo é dedicada a dar a luz um artigo de revisão para a qualificação do doutorado. Acho que posso parar por um momento e atualizar isso aqui. Considerando que ninguém mais posta nesse lugar além de mim (sim, é uma direta de esquerda na matilha para que lembrem que isso aqui existe), posso atualizar com o que eu quiser, até mesmo uma besteirinha da internet.

O Rey Jr. do Ooze escreveu esse post aqui e convocou quem quiser a fazer o pseudo-meme que ele propôs.
Realmente, como o Tsu disse, parece teste de revista de adolescente, mas essas coisas são divertidas para passar o tempo e desestressar de coisas da vida, como doutorados.
Bem ai vai o resultado:

You are The Empress

Beauty, happiness, pleasure, success, luxury, dissipation.

The Empress is associated with Venus, the feminine planet, so it represents,
beauty, charm, pleasure, luxury, and delight. You may be good at home
decorating, art or anything to do with making things beautiful.

The Empress is a creator, be it creation of life, of romance, of art or business. While the Magician is the primal spark, the idea made real, and the High Priestess is the one who gives the idea a form, the Empress is the womb where it gestates and grows till it is ready to be born. This is why her symbol is Venus, goddess of beautiful things as well as love. Even so, the Empress is more Demeter, goddess of abundance, then sensual Venus. She is the giver of Earthly gifts, yet at the same time, she can, in anger withhold, as Demeter did when her daughter, Persephone, was kidnapped. In fury and grief, she kept the Earth barren till her child was returned to her.

What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

Até que essa história de ficar inventando coisas pra fazer tem haver comigo. De resto, bem, melhor não comentar.
Acho que fui a única RPGista a escolher uma carta diferente das de dragão. É que eu gosto mais de gatos.

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07.09.08

Encontro de Blogs e EIRPG - impressões

Postado em Blogs, EIRPG, RPG, RPG Alternativo as 16:03 por Ana

Estamos de volta a Curitiba, eu e Tiago, e é hora de escrever um pouco sobre o que rolou em São Paulo.

Chegamos na cidade sábado por volta 9:30, o avião atrasou por causa do tempo, mas era de se esperar. Fomos para o hotel deixar as malas e caminhamos (isso mesmo, estávamos a 2 quadras do evento) até o Colégio Arquidiocesano, muito bonito por sinal.

Fomos direto para a sala 6, onde iria rolar o encontro de blogs. Para nossa surpresa, nem estávamos assim tão atrasados, nem o Phil tinha chego ainda! Esperamos mais uns minutos e resolvemos começar com as apresentações de cada Blog que estava presente.

Foi muito legal ver cara a cara as pessoas que eu costumo ler na internet, as pessoas que falam de RPG hoje em dia. Mas o que mais me espantou foi a presença de leitores. Isso mesmo, alguém lê essa bagaça e tava lá para nos ver! Isso não é emocionante? Eu achei.

As apresentações eram para ser só o começo, mas pelo tempo curto, grande número de blogs presentes e muitas piadinhas, acabou sendo praticamente todo o Encontro. Mas isso não foi algo ruim, pelo contrário, já valeu a viagem. No final até que o Cobbi tentou iniciar uma discussão sobre monetização, mas fomos praticamente expulsos da sala para a próxima palestra que iria acontecer e todo mundo foi continuar a conversa na praça de alimentação.

Gente, o EIRPG de São Paulo tem praça de alimentação.

Eu parecia uma caipira na cidade grande (bem, não é algo tão longe da realidade assim…). Olhava pra tudo e ficava de boca aberta, dizia “que bonito” e “nooooooossa” o tempo todo.

É que a comparação com o EIRPG de Curitiba sempre vinha a minha cabeça. Quando entrei no Stand da Devir eu queria morrer. Muito legal a iniciativa deles no EIRPG de Curitiba de não competir com o mercado local e tudo mais, mas comparar a barraquinha de feira da Itiban com aquilo é covardia.

A área 51 tinha mesas pra caramba e quase todas ocupadas. Gente mestrando de tudo, até coisas do além, como In Nomine. Tinham 4 mesas de Call of Ctulhu! Até me empolguei, se for no ano que vem eu levo Little Fears pra mestrar.

A noite fomos ao O’Malleys no encontro organizado pelo pessoal do Área RPG, mas muitos blogueiros estavam lá também. Regados a muita cerveja e costelas de porco gigantescas, a diversão foi ótima. Muita besteira. A frase da noite foi do Rocha “o wordpress é como andar sem cuecas, a liberdade total”.

Vou tentar citar todo mundo com quem conversamos ou conhecemos nesse encontro: CF, pessoal do Dados Sujos, Observatório do RPG, Pano de Fundo, Tarmann, Ambrosia, Sooner. Tsu, Itiro, Rey Jr., Trevisan, D3, além dos já citados Phil e Rocha.

Domingo eu, Tiago e Phil jogamos uma partida de Bem Hurt com o Itiro. Jogar com ele sempre garante diversão e a possibilidade de conhecer jogos novos e desconhecidos. Só para constar, eu perdi, ok?

Depois do almoço fomos na palestra Mesa de Vidro, que foi bem interessante. Quero deixar aqui registrado oficialmente que o D3 me JUROU que até ano que vem sai o CoC traduzido. Como eu sou uma eterna otimista, fiquei muito contente com a notícia e aguardo ansiosamente o lançamento.

O Rey Jr apareceu lá pelas tantas e depois da palestra resolvemos ir no stand da Luderia no EIRPG para experimentar alguns jogos desconhecidos. Jogamos duas partidas de jogos que nem me lembro o nome e foi bem legal. Dessa vez eu ganhei. As duas vezes. Mas isso não acontece sempre.

Depois, foram as despedidas, algumas fotos, e cada um foi pro seu lado. A maioria do pessoal voltou pra casa no domingo, mas eu e Tiago ficamos por São Paulo até segunda a noite e aproveitamos para passear um pouco e descobrir que a maioria dos lugares legais que eu e ele gostamos fecham na segunda. Ano que vem mudamos o esquema e vamos na sexta para passear. Mas valeu a ida a Livraria Cultura.

Ano que vem estaremos de volta com certeza, o encontro valeu muito a pena e foi muito bom conhecer todo mundo.

Saldo de livros do EIRPG:

Eu: Scion - Hero, Witchcraft (que comprei do Trevisan), Dias da Meia Noite do Neil Gaiman e alguns quadringos (Monstro do Pântano, Authority e 100 Balas).

Tiago: Lobisomem os Destituídos, The Pure, AD&D Livro do Jogador 2a edição, D&D Book of Chalenges, Gurps High-Tech, Gurps Special Ops.

Saldo de livros da visitinha a livraria Cultura:

Eu: Coisas Frágeis do Neil Gaiman e Fundação e o Império e Segunda fundação do Isaac Asimov (isso mesmo, Salsa).

Tiago: Baudolino do Umberto Eco (versão pocket book) e o vídeo Eram os deuses astronautas?.

Leu até aqui? Merece um prêmio. Veja as fotos do encontro de blogs aqui.

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07.03.08

Encontro de Blogs e EIRPG

Postado em Generalidades, RPG as 9:58 por Toico

Depois de quase três meses sem postar (tempo looooongo em?) finalmente volto a postar para falar um pouco do Encontro de Blogs e a ida de parte da Matilha ao EIRPG.

Bom, o Encontro de Blogs é uma iniciativa do Phil Souza do Dados Limpos e do Romulo Marques do Observatório RPG, que o objetivo é principalmente o pessoal que escreve sobre RPG por aí se conhecer e trocar um pouco das suas experiências de como é blogar sobre RPG no Brasil. Acredito que vamos falar um pouco de criações independentes, se é possível ganhar grana com blogs de RPG (tudo para ser convertido em compras na amazon), como ganhar acessos, blogagem de nicho e outros assuntos malucos que aparecerem na hora (sim, nós da Matilha vamos ter que falar do fenomeno Dragon Fable), como normalmente acontece nos BlogCamps da vida.

Já o EIRPG de São Paulo, nós vamos para conhecer mesmo. Nenhum de nós nunca foi para o Encontro de São Paulo, e esperamos passear bastante por lá, conhecer muitos outros “nerds de RPG”, participar de algumas palestras (principalmente a do Richard Dansky), dar uma passada na Área 51para ver os RPGs bizarros que o pessoal vai estar demonstrando lá e ir no bar (qualquer bar que o pessoal escolher) para falar besteira e beber “umas beras”. No site da Devir tem a programação completa (como se o pessoal que lê esse blog já não saiba disso, mas…)

No sábado, lá pelas nove, nove e meia Eu e a Ana estaremos chegando lá e nós perdendo entre as salas e os stands (e principalmente o lugar que vende livros velhos). Nós encontramos lá!

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07.02.08

Tammuz (Golems)

Postado em Promethean as 10:31 por Ana

Existem muitos tipos de escravidão. Causada por pessoas, por drogas, por religião, por muitas coisas. Para os Tammuz, a escravidão é uma ilusão, todos são livres, desde que tenham uma alma.

Escravidão, um mau de todos os tempos.

Os golems não possuem uma alma, e portanto não se consideram livres. Sem chance de redenção, sem a possibilidade de eternidade no grande ciclo da vida.

O primeiro Tammuz foi criado para ser um escravo e, embora tenha escapado, muitos ainda o são hoje em dia. Por isso, eles se importam também com a liberdade no sentido literal.

Feitos da terra, isso influencia também em sua conduta. Como a argila da qual foram feitos, os Tammuz são imparciais, raramente mudam de opinião e podem suportar uma grande quantidade de sofrimento antes de padecer.

Quando assolados pelo Tormento, os Tammuz partem em uma fúria cega, destrutiva, deixando atrás de si móveis, prédios e pessoas despedaçadas. Para eles, o Tormento é uma forma de escravidão também, um sinal de que eles não são como deveriam ser.

Os golems relutam em criar novos golems, mas sabem que é algo necessário no processo de se tornarem livres, uma contradição por si só. Após a criação, todos passam pelo doloroso processo de explicar ao novo Tammuz o que ele é, o que ele deveria ser e o que ele deve se tornar.

Para a criação de um novo Tammuz, o criador procura um corpo que seja forte e resistente e o leva para um lugar onde haja terra profunda. Em um pedaço de papel ele escrever uma palavra de poder que sabe instintivamente, que não poderá ser mais falada ou escrita novamente. O papel é colocado embaixo da língua do corpo e o criador o prepara para a escravidão de maneira simbólica, como raspando a cabeça, por exemplo. Então, enterra o corpo na terra e deixa por quanto tempo for necessário para que o corpo seja imbuído da força da terra e o novo Promethean seja capaz de capaz seu caminho para fora.

Homens de barro

Tammuz recém criados não conseguem falar, apesar de entenderem linguagens. Após algum tempo eles ganham a habilidade da fala, mas a maioria prefere permanecer calado a maior parte do tempo. Falar demais é um desperdício para eles. Na verdade, muitos conseguem dizer mais com uma única palavra que outros Promethean com dezenas.

Quando o desfiguramento dos Tammuz se torna aparente, eles parecem totalmente cobertos por barro, podendo parecer que sua pele é feita desse material. Eles cheiram a barro e a terra molhada.

Próxima ediçao: Ulgan.

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06.23.08

Osiris (Nepri)

Postado em Promethean, RPG as 15:34 por Ana

A progenie de Osiris renasceu da morte, renovada e sem memórias, e eles sabem que podem enganar a morte novamente, se assim quiserem.

Os filhos de um deus.

Por acreditarem serem os filhos de um deus, eles se portam como reis e rainhas e esperam que os demais Promethean os tratem com o devido respeito. Eles esperam ser obedecidos e normalmente o são, simplesmente porque parecem saber o que estão fazendo.

O processo de criação de um Osiris envolve a escolha de um corpo adequado, preferencialmente de origem nobre, um banho de imersão em ervas aromáticas e água de rio, depois do qual o criador corta o corpo em  treze pedaços com uma faca especial de bronze, descartando o menor deles, em sinal de que sua progenie não estará completa até completar sua peregrinação. Muitas vezes esse pedaço pode ser discreto, mas em alguns casos pode ser uma mão ou um olho, ou até mesmo a genitália, em homenagem ao criador da linhagem. Então, ele gospe nos pedaços e os une novamente costurando com uma linha maleável. O fogo de vida é dado através de um maço de rosas impregnado do Azoth do criador, cujas pétalas sao colocadas dentro da boca do novo Nepri, que começa a se mover. Ao engolir as rosas, a centelha de vida começa a impregnar o novo corpo.

Essência de rosas.

Eles não são os mais fortes ou mais belos entre os Promethean, mas certamente são os mais centrados, mantendo suas emoções sob controle. Ironicamente, quando tomados pelo tormento, é exatamente essa característica que pode se virar contra eles, tornando-os frios e desprovidos de sentimentos, capazes de sacrificar tudo e todos para atingir seus objetivos.

As motivações dos Osiris são um pouco diferentes dos demais Promethean. Apesar de manterem sua peregrinação, eles a fazem mais em busca de conhecimento que para recuperar sua humanidade perdida.

O unico momento que os Nepri são envolvidos por suas emoções é com relação aos Pandorans. Eles procuram conhecer tudo sobre eles e tentam destruí-los sempre que possível. Mas muitos podem se deixar fascinar pelo conhecimento e tentar controlar essas criaturas para seu uso.

Quando um Osiris consegue alcançar a mortalidade, sua deformidade é curada. Mas quando sua deformidade se torna visível, a pele de um Osiris parece seca e enrugada, como a de um cadáver, a parte que falta se torna visível, e seus órgãos internos parecem que foram retirados do corpo. Mas, ao contrário do que se poderia esperar, o cheiro de um Osiris não é o de algo podre, mas um cheiro cítrico e de rosas secas.

Próxima edição: Tammuz

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06.18.08

Galatea (Muses)

Postado em Promethean, RPG as 16:35 por Ana

O belo, congelado no tempo, preservado para sempre num rosto imutável. Assim são Galatea, a segunda linhagem a ser comentada aqui.

Apesar da beleza atrair, o Azoth, a mácula dos Promethean repele tudo que é vivo mesmo assim. Por isso os Galatea causam tanta confusão e atordoamento. Como algo tão belo pode ser também tão repulsivo?

Pygmalion e Galatea, a história que deu origem ao nome.

Como seu progenitor os Galatea foram feitos para amar e serem amados. Eles possuem uma enorme necessidade de contato humano, mas podem ser surpreendidos por uma grande dificuldade em expressar esse mesmo amor. A beleza, aparentemente, não é suficiente.

Mas eles são de maneira geral otimistas e mantém sempre a esperança de conseguir alcançar a humanidade.

Quando atacados pelo Tormento, as musas acabam por prejudicar a si mesmo e aqueles ao seu redor. Podem agir de maneira animalesca, humilhando a si mesmos por um pouco de contato humano. As vezes tentam conseguir o que querem à força, e ameaçando os laços duramente construidos com aquele poucos que podem se aproximar deles.

A maioria leva sua alcunha a sério e tentam ser musas, estimulando a criatividade ao redor do mundo. Alguns tem sucesso.

A criação de um Galatea envolve um longo período de imersão numa mistura de vinagre e ervas, após o qual o criador expira seu hálito divino que dá um arremedo de vida. Para tanto, o corpo escolhido deve ser de uma pessoa de beleza surpreendente e sem nenhum mácula causada pela morte.

Todas as musas são belas, mas é importante salientar que o conceito de beleza está ligado à época em que a musa foi criada. Assim, uma musa da era Vitoriana seguirá o padrão de beleza dessa época e assim por diante. Por isso, apesar de belas, muitas podem parecer antiquadas ou fora dos padrões atuais.

As musas e sua beleza inquietante.

Nos raros momentos em que sua verdadeira aparência se torna visível, os Galatea parecem artificiais, como estátuas ou manequins. A pele reflete a luz  e os olhos são vidrados, como os de uma boneca.

Ser o mais belo dos belos de sua época, preservados para sempre contra o tempo, uma beleza perturbadora e desconfortável, os Galatea são o puro exemplo da contradição.

Na próxima edição: Osiris.

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06.17.08

Frankenstein (The Wretched)

Postado em Promethean as 11:29 por Ana

Eu escrevi sobre Promethen a muito tempo atrás, aqui mesmo nesse blog. Nesse post prometi falar sobre os diferentes tipos de Prometheans existentes. É hora de começar a cumprir minha promessa.

Os primeiros sobre os quais vou falar são talvez aqueles mais reconhecíveis como criados por uma mente doentia. A lenda que dá nome a essa Linhagem já diz muito sobre eles. “Um ser vivo é mais que a soma de suas partes”. Os Wretched reconhecem a verdade nessa afirmação.

It’s alive!

Eles são formados a partir de partes de outros seres humanos, costuradas para formar um corpo desconecto e confuso, mas ainda assim forte e com grande poder.

Desde sua criação cada Frankenstein sabe que está para sempre separado da humanidade. Esse isolamento pode levar muitos a perecer, mas na maioria dos casos dá a eles força para seguir em frente. Muitos, em virtude das adversidades, se tornam heróis a seu próprio jeito.

A eletricidade que lhes deu vida corre em suas veias, dando a eles temperamento forte e inconstante. Mesmo sem uma alma, o fogo dá a eles uma personalidade criativa e inspirada. A sua natureza fez com que eles não mintam, sendo por vezes sinceros a um nível inquietante.

Como são feitos de partes de corpos diferentes, as vezes o conjunto parece disforme, pois nem sempre essas partes se combinam. Quando infringidos pelo tormento, essas partes podem até mesmo trabalhar umas contra as outras. Uma mão pode cometer atos terríveis enquanto o resto do corpo luta para controlar.

Algumas vezes o corpo todo se torna mau.

Quando um Frankenstein usa seus poderes, as junções das partes de seu corpo se tornam aparentes a todos, inclusive partes com diferentes tons de pele e as junções aparecem como cicatrizes variadas. Terminais elétricos em partes bizarras do corpo também podem se tornar aparentes.

Essa é uma visão geral da linhagem. Se quiserem conhecer melhor os poderes dela, leiam o livro.

Na próxima edição: Galatea.

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06.11.08

Sex and the city

Postado em Dicas, RPG, RPG Alternativo as 17:59 por Ana

Já que a moda do momento por aqui é tratar de assuntos polêmicos, porque não falar daquele que pode ser o mais interessante e também o mais desconfortável de ser abordado: o sexo numa campanha de RPG.

Não sei nos grupos de vocês, mas esse tema costuma aparecer eventualmente em nossas sessões, independente do sistema ou cenário em que estamos jogando. Talvez seja uma característica do nosso grupo ser pervertido lembrar que isso existe trazer esse tipo de coisa a tona, mas acontece, e pode acontecer com você também.

Então, como lidar com isso quando a narrativa fica mais caliente?

Eu ainda fico envergonhada quando lembro da sessão de lobisomem em que os personagens resolveram arranjar a vida da minha Fianna e invocaram um espírito da luxúria pra ela perder a virgindade. Sério, foi muito mais constrangedor do que você está pensando…

Acho que nem todo grupo está preparado para esse tipo de acontecimento em jogo.

Mas se os jogadores encaram isso de boa, é mais um elemento a ser usado na campanha. NPCs podem virar elementos importantes da história a partir disso, e toda uma trama pode ser gerada com um envolvimento mais carnal entre os próprios personagens.

Além disso, temos várias situações decorrentes do sexo que podem dar ganchos de história: gravidez, casamento, doenças (ué? Porque não?) e várias outras dependendo da sordidez imaginação do mestre.

Mas já aviso, narrar essas cenas é difícil tanto para o mestre quanto para o jogador, mas podem virar episódios memoráveis da mesa de jogo, dignos de lendas lendárias. Mas normalmente a diversão é maior rindo do fato depois que na hora que acontece.

Na hora você quer sumir.

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