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300

Por Ana

Ontem fomos assistir 300.

Não vou entrar no mérito se o filme é bom ou não. Eu esperei meses por esse filme e digo que valeu a pena.

O que eu quero comentar é algo mais peculiar. Definitivamente, 300 é o filme gay mais macho que eu já vi. Agora, vamos às explicações…

Os espartanos são guerreiros do caramba, tem total domínio do campo de batalha e cenas de luta primorosamente coreografadas. Eles são fortes, não demonstram medo ou dor e matam persas como se fossem moscas incômodas. Definitivamente, muito machos.

Ao mesmo tempo, vemos uma séries de diálogos duvidosos que colocam a masculinidade dos meninos em questão. O mais marcante é o diálogo entre Rei Leônidas e Xerxes, que gerou mais que burburinhos no cinema, mas também pode ser citado o diálogo em plena batalha entre Astinus e Stelios.

Espero que alguém do público homossexual que leia esse post não fique ofendido. Minha intenção é bem outra.

Na verdade, acho que um filme desses dismitifica um pouco o homossexualismo, uma vez que coloca homens fortes e corajosos, sem nenhum tipo de trejeito, em situações que levam a entender um tipo de relacionamento homossexual . De certa forma, ele atinge diretamente os estereótipos. O que é muito bom.

Talvez eu seja a única que pense dessa forma, mas acho que não estou viajando tanto assim na maionese.

Tinha que ser o Frank Muller para gerar esses tipos de questionamento…

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Um Comentário para “300”

  1. 1
    Rocha:

    Não entendi o que tem de bom nisso…
    na verdade não entendi o que quis dizer.

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