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Acalmando ânimos…

Por Ana

Caso alguém ainda não saiba, eu trabalho em uma Unidade de Conservação. Ela está localizada no litoral norte do Paraná, um dos lugares com o menor IDH do Brasil.

Essa semana teve reunião do conselho da Unidade e nesses momentos eu tenho que exercitar toda a minha paciência e gastar pontos extras de força de vontade, porque aquele povo é difícil de lidar…

Caiçaras exigem toda a minha paciência…

Então, pensando na situação extressante que é lidar com pessoas que não entendem o que você diz e nem sequer fazem algum esforço nesse sentido, lembrei do papel importante do diplomata dentro de um grupo. O mediador, aplacador de ânimos, bode-espiatório, saco-de-pancada, etc.

Bem, quando você vai iniciar uma nova campanha, independente do sistema, você sempre lembra de experiências anteriores e acaba pensando primeiro em fazer um personagem forte, apto a sobreviver a adversidades e que possa dar uma porradas no caminho. Esse tipo de personagem tende a dar muito certo na maioria dos casos e proporciona grande diversão.

Mas e se o grupo topa com uma situação em que negociar é a ÚNICA alternativa de escapar com vida? Ai ferrou, mano…

Esses momentos, mesmo que raros, são a chance do personagem social mostrar seu valor.

Exercitando a expressão social.

Além disso, quando se precisa obter uma informação de forma sutil, quando se quer engambelar um sujeito ou convencer alguém de uma coisa improvável, o cara cheio de lábia é a salvação.

Agora, se você conseguir o combo máximo de ter um personagem fortão E cheio de carisma, você tá feito.  E depois me conta a fórmula secreta na distribuição dos pontos para eu tentar replicar aqui no meu grupo de jogo…

Conan, o “tudo de bom”. Coisa pra poucos.

Compare Preços de: Games, Dragon Fable, MMO, RPG no JáCotei.

3 Comentários para “Acalmando ânimos…”

  1. 1
    Arquimago:

    Realmente, carisma e força são muito bons, mas inteligencia também ajuda.

  2. 2
    Tsu:

    Ehehehee…lidar com caiçaras sem instrução e boa vontade para aprender coisas novas deve ser difícil mesmo. Já passei por um monte de situação, nas empresas, onde a pessoa tem escolaridade suficiente para te entender, mas teima em não concordar só para não perder poder (por mais que vc não esteja querendo puxar o tapete dela, só fazer a coisa correta mesmo).
    Uma alternativa é discutir na frente de outras pessoas de forma que elas concordem com vc. Aí a pressão social ajuda a fazer a pessoa ceder um pouco.
    Nessas horas dá vontade de sacar o machado…mas é melhor não levar pro pessoal…são só negócios.

  3. 3
    valberto:

    De boa, nem sempre a mesa ou o mestre favorecem ao diplomata. Eu já tentei jogar com um personagem assim e acredite, nao importava o que eu fizesse, o negócio não rolava direito.

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