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Everybody Loves a True Hero!

Por Ray


‘Cause a Hero’s strength is measured by his sword heart.

Se você ficar muito interessado num dos meus tesouros da WW, Scion, lembre-se de googlar “Scion RPG”, porque, do contrário, vai cair na divisão da Toyota especializada para carros americanos.

Isso ocorre porque, tchans, não é exatamente a prima donna da ópera. Embora esteja sendo percebido bem de leve pelos jogadores nacionais (lista da Área RPG ou no EIRPG: “Scion? Gwarrrgh!” posto que ‘gwaarrgh’ é uma exclamação de euforia incontida), é, para a maioria, algo inédito. Então venham comigo:

Para quem não leu Deuses Americanos, a idéia de um filho contemporâneo de um deus pertencente a um dos antigos panteões parece uma associação de idéias inusitada. Ou uma daquelas fanfics bem vagabundas; “menininha de 13 anos vai parar na Terra-Média”, etc. Mas a verdade é que é terrível, brutalmente, muito muito bacana.

Pra quem gosta de muito ponto na ficha, claro. Vocês sabem que eu gosto.

Cenário resumidão: Existe o Mundo Superior (Overworld, T.d.R.), onde residem os deuses de diversos panteões (a saber: Dodekatheon, Psedjet, Atzalánti, Loa, Amatsukami, Aesir ) que estão, por hora, bastante ocupados em combater os Titãs -seus próprios progenitores- que se libertaram de um cativeiro de anos.

Vez por outra, os deuses escapam para a terra, e – puxa, moça, como você é bonita. Posso talvez te levar para…?- deixam filhotes por aqui quando voltam lá para cima. Obviamente, eles se comunicam em algum momento, geralmente o de praxe, fim da adolescência. E convocam as crias para lutar como primeira linha: defendendo a Terra, essa coisa maravilhosa e azul, dos filhos dos Titãs (que estão no mesmo nível dos próprios Deuses. Ver: Árvore Genealógica do Paintbrush.), que querem quebrar tudo.


O Drama em questão é o do plot, não da minha falta de habilidade.

Não, não é intrincado, genial e fabuloso. O panorama geral é quase um esboção mesmo, você terá que construir sua própria trama demoníaca e complexa de jogador de vampiro se quiser.

Em matéria de supra-enredo, tem-se duas opções de Antagonistas: os próprios deuses, intra ou interpanteão, que rivalizam com qualquer deidade de conceito antagônico (oh, really?) e também com qualquer divindade de mesmo conceito que pertença a outro panteão. OU os Titãs e suas crias. Os caras maus, vocês sabem.

Eu não consegui definir ainda o que me atraiu de forma tão fulminante no jogo. Talvez a mistura de elementos mitológicos, opotunidade de empregar conhecimento histórico e atributos indo de 1 a 10 (Storyteller, povo. Ou quase.) me seja tão francamente apelativa que tenha sido amor à primeira vista. Talvez eu descubra isso conforme explore mais o tema aqui, convosco, meus caros, falando de panteões e tralalá. (Promessas, shit for honor, aquilo tudo do último post).

Mas eu digo: experimentem. Foi a minha melhor Narração segundo os jogadores (seeeeeis, Meu Deus, seis!), e olha que eu não gosto da coisa e nem sei fazer isso. =P

By the way, eu gostei tanto, mas tanto mesmo, que vou refazer aquele Meme do “Minha Ficha”. Que mane pé-de-bode o quê…

Compare Preços de: iPod, celulares, notebooks, câmeras no JáCotei.

11 Comentários para “Everybody Loves a True Hero!”

  1. 1
    Phil Souza:

    Lembro da ana comprar Hero ou algo assim de Scion lá no EIRPG de São Paulo. O Sooner se não estou enganado era meio receoso com scion, mas depois que leu adorou, até postou lá na área rpg.

  2. 2
    Ray:

    Justamente, o Scion que está na minha mão é o da Loira.

    Todo mundo que teve contado adorou, até o momento. Como Changeling, mas sem as piadas de homossexualismo. =D

  3. 3
    Avoloch:

    só pra constar vocês estão senfdo invocados no meu blog
    hehehe

  4. 4
    Salsa:

    Convenhamos, pessoas, jogar com um semideus é algo que vocês sempre quiseram. Ou porque assistiam Hércules e Xena demais, jogaram God of War demais ou simplesmente gostavam demais do Keenn pra não enfiar ele na história do personagem.

    Eu não li o livro ainda, mas a idéia parece simplesmente ótima, e a aventura que jogamos foi muito divertida.
    Tenho até mais vontade de jogar Scion que NWoD(chore, Toiço).

    Talvez porque tenha um pano de fundo Good vs. Evil, que é coisa rara hoje em dia, quando todo mundo sempre quer fazer anti-heróis ou enredos mirabolantes cheios de reviravoltas e ‘I-am-your-father’s.
    Talvez porque você não precise descobrir qual o conceito guia de cada Tribo/Clã/Tradição/Seita/Whatever e depois pensar em qual seria menos chato jogar… mitologia, certo? Em maior ou menor grau você já conhece os “clãs” e já viu referências claras deles por aí.
    Talvez porque(assim como no NWoD) o narrador tenha muita liberdade pra fazer a história e inventar o que quiser.

    O fato é que realmente Scion é muito atrativo.
    O problema é o sistema do Exalted(caso seja o do Exalted, mesmo. Como disse, não li o livro) que é meio overcomplicado, na minha opinião(além de ser uma variante obscura… um
    [storytellING+storytellER]/2 ).

  5. 5
    Salsa:

    Uuuhhhh… Scion usa sistema de chinês voador…. e fala de mitologia grega… isso me fede a Saint Seiya.

  6. 6
    Cobbi:

    Oi Ray,

    Tinha separado esse no meu agregador de feeds. Demorei, mas li. :-)

    Gosto do jeito sarcástico com que vc gonga as coisas que detesta e gosta exatamente do mesmo jeito, rs. E tem outra, depois de te conhecer pessoalmente, não consigo te ler sem sotaque. É inevitável! Hahahahha!!!

    Do artigo, me restou uma dúvida:

    Salsa comentou:
    Talvez porque tenha um pano de fundo Good vs. Evil, que é coisa rara hoje em dia, quando todo mundo sempre quer fazer anti-heróis ou enredos mirabolantes cheios de reviravoltas e ‘I-am-your-father’s.

    C tá zoando que me apareceu uma vereda tendendo pro “happy-ending” no Mundo das Trevas da Loba Branca? :!:

    FÓKING GÓD! :-D Literally… After all! (Trocadalho inevitável… Sorry girl…)

    beijomeliga

  7. 7
    Ray:

    Cobbi, caríssimo, eu estou tentando interpretar o verbo “gongar” de forma pertinente ao contexto, mas se você quiser me ajudar, fique à vontade…

    E como assim? Eu sou um anjo. Eu jogo de leal-e-boa. Minhas histórias são sempre happy ever ever after e tal. Principalmente as de Changeling. A Lobabranca é uma excelente menina, e o Mundo das Trevas (velho e intermediário), de trevoso, só tem mesmo o (argh) Vampiro.

    Beijos meu bem, se eu não te ligar não me liga, etc

  8. 8
    Cobbi:

    Olá Ray,

    Cobbi, caríssimo, eu estou tentando interpretar o verbo “gongar” de forma pertinente ao contexto, mas se você quiser me ajudar, fique à vontade…

    “Let me introduce you to a new brand slang” (singing…) :-D

    Gongar
    Classificação morfossintática:
    - [gongar] verbo infinitivo 1a pes singular
    - [gongar] verbo infinitivo 3a pes singular
    - [gongar] verbo futuro do subjuntivo 1a pes singular
    - [gongar] verbo futuro do subjuntivo 3a pes singular
    Sinônimos: zombar, ridicularizar, desrespeitar
    Antônimos: respeitar
    Palavras relacionadas: ridicularizar, sacanear

    Fonte: Dicionário inFormal

    E como assim? Eu sou um anjo. Eu jogo de leal-e-boa. Minhas histórias são sempre happy ever ever after e tal. Principalmente as de Changeling.

    Umrum.

    A Lobabranca é uma excelente menina, e o Mundo das Trevas (velho e intermediário), de trevoso, só tem mesmo o (argh) Vampiro.

    É? Diga isso para todos aqueles pobres lupinos sacrificados no plot final do apocalipse; ou para os fantasminhas que se alimentam do que há de mais podre no coração das pessoas… Ou quem sabe até mesmo para essas crias divinas supracitadas que, assim como o Kratos, devem ser fortes candidatas ao Nobel da paz.

    Afinal de contas, porque é que a Disney não fica em Chicago mesmo? ;-)

  9. 9
    Ray:

    [i]“Always look on the bright side of life…”[/i]

  10. 10
    Ray:

    “Always look on the bright side of life…” (singing)

  11. 11
    Meme: Falhas Críticas | d3system:

    [...] imagina só quando o pessoal se junta para azucrinar e curtir?! O gongo não pára (a Ray e toda a Matilha que o [...]

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