Tammuz (Golems)
Existem muitos tipos de escravidão. Causada por pessoas, por drogas, por religião, por muitas coisas. Para os Tammuz, a escravidão é uma ilusão, todos são livres, desde que tenham uma alma.
Escravidão, um mau de todos os tempos.
Os golems não possuem uma alma, e portanto não se consideram livres. Sem chance de redenção, sem a possibilidade de eternidade no grande ciclo da vida.
O primeiro Tammuz foi criado para ser um escravo e, embora tenha escapado, muitos ainda o são hoje em dia. Por isso, eles se importam também com a liberdade no sentido literal.
Feitos da terra, isso influencia também em sua conduta. Como a argila da qual foram feitos, os Tammuz são imparciais, raramente mudam de opinião e podem suportar uma grande quantidade de sofrimento antes de padecer.
Quando assolados pelo Tormento, os Tammuz partem em uma fúria cega, destrutiva, deixando atrás de si móveis, prédios e pessoas despedaçadas. Para eles, o Tormento é uma forma de escravidão também, um sinal de que eles não são como deveriam ser.
Os golems relutam em criar novos golems, mas sabem que é algo necessário no processo de se tornarem livres, uma contradição por si só. Após a criação, todos passam pelo doloroso processo de explicar ao novo Tammuz o que ele é, o que ele deveria ser e o que ele deve se tornar.
Para a criação de um novo Tammuz, o criador procura um corpo que seja forte e resistente e o leva para um lugar onde haja terra profunda. Em um pedaço de papel ele escrever uma palavra de poder que sabe instintivamente, que não poderá ser mais falada ou escrita novamente. O papel é colocado embaixo da língua do corpo e o criador o prepara para a escravidão de maneira simbólica, como raspando a cabeça, por exemplo. Então, enterra o corpo na terra e deixa por quanto tempo for necessário para que o corpo seja imbuído da força da terra e o novo Promethean seja capaz de capaz seu caminho para fora.
Homens de barro
Tammuz recém criados não conseguem falar, apesar de entenderem linguagens. Após algum tempo eles ganham a habilidade da fala, mas a maioria prefere permanecer calado a maior parte do tempo. Falar demais é um desperdício para eles. Na verdade, muitos conseguem dizer mais com uma única palavra que outros Promethean com dezenas.
Quando o desfiguramento dos Tammuz se torna aparente, eles parecem totalmente cobertos por barro, podendo parecer que sua pele é feita desse material. Eles cheiram a barro e a terra molhada.
Próxima ediçao: Ulgan.
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Julho 2nd, 2008 at 13:13
muito boa essa série
to acompanhando atentamente
gostaria de conhecer o pessoal da matilha
visto que vou pra curita direto
( jogo live aí )
podemos tomar uma cerva
Julho 3rd, 2008 at 8:53
fala Ana
infelismente nossa van, não deu certo
e ir de busão é muito caro
o pessoal do BN de curita vem p´ra
fazer um churras de confraternização aqui em
joinville
se quiserem aparecer ta liberado, vai ser sabado ao meio dia