True blood – vampiros podem ser legais, afinal.
Por Ana
Eu não tenho TV a cabo, então foi muito por acaso que eu descobri essa série chamada True Blood, exibida pela HBO.
Com toda essa nova onda de vampiros (elas vem em fases), mostrando os sanguessugas de maneira mais romântica e diferente do que nunca, foi muito interessante descobrir essa série.

No mundo de True Blood, os japoneses conseguiram a façanha de produzir sangue sintético que atende todas as necessidades nutricionais de um vampiro, e assim, eles se sentiram confortáveis para mostrar as caras e até mesmo começar a exigir seus direitos de cidadão.
A narrativa é centrada na personagem Sookie Stakehouse (e isso é o nome dela, não o apelido), que seria uma típica caipira de Lousianna se não tivesse o poder de ler os pensamentos das pessoas.
Ao longo da vida ela aprendeu a conviver com esse dom e até mesmo a controlá-lo. As pessoas próximas a ela também sabem de seu segredo e tentar ao máximo evitar discutir isso.
Mas tudo muda na pacata e sem graça vida de Sookie quando um estranho chamado Bill chega à cidade. Ele é um vampiro. A atração entre ambos é imediata e fulminante.

Sookie e Bill, tensão sexual constante.
Coincidentemente, no mesmo período estranhos assassinatos começam a acontecer na cidade, que tinha um índice de criminalidade mínimo.
O mais legal da história é ver o relacionamento entre Sookie e Bill se desenvolver, e toda a tenção gerada na comunidade, tacanha e preconceituosa como as cidades do interior sulista americano.
A princípio eu estranhei muito o fato dos personagens serem realmente estereotipados e as conversas entre eles serem quase surreais, mas depois achei isso muito intrigante e acabou fazendo com que eu gostasse mais do seriado.

Eu achei uma boa idéia para quem gosta de jogar vampiro. Um cenário onde os vampiros retiraram a máscara, tentado posar como cidadãos e inofensivos. Mas sempre com os dissidentes, claro. Aqueles que não querem abrir mão do prazer da caçada.
Ah, sim! Aqui eles continuam só saindo a noite e não tem nenhuma pretensão de frequentar a escola. Ainda bem.
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agosto 11th, 2009 at 9:50
Gostei, só vi uns pedaços mas a serie parece bem interessante!?
Essas garrafas são zuera ou os vampiros tomam elas?
agosto 13th, 2009 at 18:15
O lance do vício é um plot pra lá de bacana, também. Me disseram que essa série se parece muito com Crepúsculo, mas não pode ser. Eu gosto dessa, e não consegui passar da décima página ou seria diabetes na hora!
agosto 19th, 2009 at 10:53
Caracas! A segunda temporada está muito boa! Bem melhor que a primeira!
Nunca gostei muito do clima Romeu e Julieta da Sookie e do Bill, mas isso perde o foco na segunda temporada, e muita coisa sobrenatural começa a dar as caras!
Destaque especial para Lafaiette. Como eles conseguiram pegar um Travesti-traficante-cozinheiro e transformaram num dos personagens mais legais!? É o tipo de conceito de personagem que qualquer narrador pensaria duas vezes em permitir na sua campanhas!
(me lembra um personagem ator porno viciado em cocaina que tive uma vez em Hunter: the Reckoning).
Abraço
agosto 25th, 2009 at 17:30
Vampiros, porradaria, milhões de seres sobrenaturais e sacanagem em episódio sim, episódio não. Tem como não gostar?!
Os personagens são bem legais, embora alguns cansem muito rápido. Sam e Tara já encheram o saco, pra mim, por exemplo.
agosto 28th, 2009 at 23:30
Achei a idéia muito bacana, mas só vi os dois primeiros episódios… a impressão que me deu foi que ia virar uma história de “Malhação pra Drácula assistir”.